segunda-feira, 26 de outubro de 2009

A felicidade não cabe em mim!

Estive sumida porque a vida mudou...

Desta vez para muito melhor!!!

Voltei a trabalhar e nunca estive melhor! O começo costuma ser lento, mas o meu está bem corrido. O volume de trabalho é monstruoso e eu ainda estou me adaptando, mas estou radiante!
Confesso que nesta semana cheguei a me sentir estranha por beijar o meu marido pela manhã e ouvir dele “Bom trabalho!”. Fiquei tanto tempo em casa que às vezes eu nem acredito. Tenho que me beliscar. E é de verdade!

Apesar de ser super longe, não pego muito trânsito e vou e volto bem depressa. É claro que este “depressa” é em critérios paulistanos, né? Para gente normal, gastar de quarenta minutos a uma hora no trajeto é muito, mas para São Paulo até que é bem razoável! Percorrer 25 quilômetros nesta cidade, no horário de pico, com chuva e gastar menos de uma hora é quase um recorde digno de Usain Bolt!

E por falar em chuva, chegou março e ninguém me avisou? Já estou mofando com tanta água! A Marginal do Pinheiros alaga. E a Roberto Marinho inunda. E ainda assim eu chego depressa. Estou achando o máximo!!!

No mais, está tudo ótimo!

Vou fazer o impossível para não deixar o Criticar abandonado de novo!

Até a próxima!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Aviso aos navegantes!

Na última sexta-feira, minha amiga Olly do Eu queria ser Amélia escreveu um texto sobre uma das situações ridículas que a lei imbecil do Serra está colocando os fumantes.

No final do mês passado, eu já comentei em outro texto meu que esta lei dos infernos não dá a ninguém o direito de se meter na vida dos outros. Ela poda a liberdade do fumante, mas não dá aval para não fumante chato abrir o bico e tentar catequizar ninguém!

Como a Bru é muito mais simpática do que eu, ela gosta de opiniões diversificadas. Eu sou azeda e, no máximo, respeito opiniões alheias, mas em contrapartida exijo respeito comigo.

Daí que não é só com ela que dá maluco!

Hoje eu saí, está uma garoa dos diabos aqui em São Paulo e eu estava linda e formosa fumando na calçada – e me molhando! – quando passa por mim um homem de uns trinta e poucos anos, bem vestido e até bonito. Ele para, olha para mim e diz:
- Você é uma mulher tão bonita e vai se matar?
Irritou! E muito! Enfiei em mim toda a paciência que cabia e respondi:
- Ainda bem que é a mim mesma que estou matando por enquanto, né? Porque veja bem que se você continuar esse papo, eu posso acabar matando você... Muito obrigada pelo “tão bonita”, mas a minha vida não é um problema seu.
Ele se virou e partiu.

Justamente em razão deste tipo de inconveniência daqueles que não se mancam que eu vou logo avisar aos quatro ventos: se você me vir fumando na rua, não me aborde, não fale comigo e, se possível, atravesse!

Se não for meu amigo, se não for me fazer companhia no fumo e se o seu interesse for apenas encher o saco, não se aproxime! É bem capaz que em uma próxima vez não caiba mais nenhuma paciência dentro de mim e eu apague o cigarro na sua língua e bote a bituca apagada na sua garganta!

Estou na rua, na chuva, me fodendo e você não se meta, o.k.? E quanto à bituca, vamos deixar claro que o Serra do caralho mandou tirar os cinzeiros dos prédios, proibiu o fumo no interior de qualquer área comum e não deu alternativa nenhuma para as bitucas nas ruas. É simples: se quiser reclamar, reclame para ele e não para mim!

Eu sempre eu carrego o meu lixo até ter onde descartá-lo. Muitas vezes carrego inclusive a bituca se na próxima esquina tiver uma daquelas latas de lixo públicas, mas elas não são tão fáceis de encontrar. Hoje – depois do maluco – joguei fora no cesto que tinha pendurado no poste ao lado, mas se não tem o que fazer com a bituca, vai pro chão! O que me interessa é a fumaça da queima do tabaco e não o que sobra depois. Eu não tenho habilidade para me transformar em cinzeiro e também não vou comer a bituca! Você que gosta tanto da lei, deixe-me quieta porque o pulmão é meu, vire-se com a bituca você e não encha o meu saco!

domingo, 4 de outubro de 2009

A maca ginecológica.

Acho que toda mulher deveria ir fazer os exames de rotina no consultório do seu ginecologista anualmente. É uma medida que previne um monte de problemas, os que houverem são descobertos cedo e, de quebra, a moça ainda fica de bem com o seu corpo. Bom, pelo menos é isso que deveria acontecer...

Eu vou ao ginecologista anualmente desde os meus dezessete anos. Eu tinha uma menstruação estranhíssima que chegava intensa a cada dezoito dias e com uma cólica de chorar. Minha mãe, esclarecida e prática que é, decidiu marcar uma consulta com o médico dela e lá fui eu. Eu era virgem. O médico, que é bem sério, solicitou um monte de exames de sangue, mas não examinou a minha perseguida.

Descobrimos que eu tinha déficit hormonal e os ovários aumentados em quatro vezes devido a polimicrocistos. Tudo bem, apesar de virgem e sem nenhuma perspectiva de sexo em breve, comecei a me tratar com contraceptivos para equalizar hormônios. Resolveu!

Somente depois que transei pela primeira vez foi que eu fui encarar aquela maca em seu objetivo final: o exame físico. Desde aquela época eu sou louca para saber quem, por Deus, foi o torturador que inventou o tal aparador de coxas. Sim porque não tem nada no mundo mais desconfortável que aquilo. Nem vestido de noiva! Aliás, isso deve ter sido outra criação de um sádico.

Enfim, a mesa. Em uma das vezes que eu fui fazer o tal do papanicolau encontrei um laboratório mais humanitário que tornava o exame mais tranquilo. O segredo deles? Trocaram a porcaria do aparador de coxas por um apoio de calcanhares. Você leitor não precisa ser mulher e nem um gênio para concluir que com a sustentação das pernas pelos pés em lugar dos joelhos a mocinha fica mais aberta e consequentemente mais confortável para execução da tarefa médica.

Na terça-feira era o dia do meu retorno para a já conhecida consulta. Tenho que confessar que não é para mim um problema. Lido com o assunto de forma bastante natural o que obviamente você já notou, leitor, visto que estou tornando pública a rotina. Eu sou muito resolvida neste tema e é sabido para mim que aquele doutor vai me ver nua e examinar as partes sim. Todos os anos!

Aliás, aqui cabe outra das minhas crises existenciais. Qual a razão para usar aquele aventalzinho ridículo na saída do trocador se o médico vai abrir tudo na hora em que a gente estiver na maca? Acho de um recato hipócrita. A gente já sabe que vai ficar como nasceu para o médico. A gente já sabe que o médico vai olhar lá, aqui e acolá. O médico vê umas trinta mulheres diferentes, com corpos diferentes e com partes de tamanhos e formas diferentes por dia. Ele provavelmente está careca de saber o que vai encontrar. Daí a gente sai do trocador usando aquele aventalzinho semi-transparente, todo aberto – atrás ou na frente – sem fecho, usando nada por baixo dele e exibindo a pose idiota de se sentir vestida. Quem entende?

Voltando à famigerada mesa...

Depois de uma década sem encontrar mais lugares providos deste aparato genial de apoiar calcanhares, eu criei coragem e perguntei ao médico em minha última visita o porquê daquela coisa medieval. Se com o calcanhar apoiado fica mais confortável para mim porque incomoda menos, deveria ser mais fácil para ele também porque “abre o caminho” do exame – se é que você me entende – então por que usar aquele troço horrível pendurando as pernas pelos joelhos?

Ele respondeu que foi pedido das pacientes. Que antigamente ele tinha a mesa apoiada pelos calcanhares, mas que as mulheres solicitaram que ele substituísse a fim de que ficassem menos expostas. Como? Menos expostas? Você não olha lá de todo jeito? Elas são o quê? Masoquistas? Na boa, a falsa sensação de pudor é melhor que o conforto do inevitável procedimento? A mulher já se mutila com depilação, sutiã apertado, salto alto, bico fino e ainda faz de tudo para a coisa ficar pior ainda no consultório do médico? Fala sério!!!

Não que sirva como desculpa para a abordagem do tema, mas o faço porque acho que as mulheres tinham que agir mais como seres-independentes-donas-de-seus-corpos-e-suas-vidas como bradam ser do que como a moça-recatada-toda-pudica-e-acanhada que fingem ser para seus médicos, ou pior, que são de fato e fingem não ser na vida.

Larga mão de ser ridícula, mulher! Ou logo não vai no médico porque se sente humilhada – o que, na minha opinião, é burrice! – ou vai de uma vez e encara! Se o seu médico não é um pervertido, não te estupra, não te bulina, não bate uma punheta contigo ali na mesa, não goza ao te fazer exame de mamas, tens medo de quê?

Eu tenho medo daquela maca. Mais parece uma mesa de tortura que me segura pelos joelhos, que não me deixa com nenhuma sensação de maior recato e que faz com que aquele bico de pato fique com o dobro do tamanho!

Do exame e do médico? Nada! Meu ginecologista é ótimo, sério e muito bom no que faz. O exame é rotina!

sábado, 3 de outubro de 2009

Será que algum dia a pessoa comum vai entender os advogados?

Ontem eu estava lendo as notícias e cada vez eu entendo menos de tudo...

O presidente com nome de molusco assinou a lei 12.015 que muda a redação do artigo o artigo 229 do Código Penal brasileiro. Até aí, nada.

Acontece que uma procuradora, segundo o site do Terra, escreveu um artigo para a Folha de São Paulo dizendo que a lei legaliza os prostíbilos. Ela afirma que "Antes, qualquer casa em que ocorressem encontros sexuais estava proibida. Com a nova lei, deixou de ser crime manter casa para encontros sexuais." Opa! Então manda soltar o dono do Bahamas, extingue o processo e reabre a casa!

Segundo ela e outros juristas o problema está na interpretação da palavra “exploração” contido no texto da lei. De acordo com eles a prostituição pode ser considerada profissão e que "explorar" caberia somente se a pessoa fosse obrigada a se prostituir.

Como? Na boa, eu não dou a mínima para o que a moça vai fazer com o brinquedo dela. Quer vender? Nem ligo! É dela mesmo. Ela não está pedindo a minha emprestada para dar a ninguém. Ela quer trabalhar com isso e o dono ganha o dele certinho? Cada um na sua! Não ligo se o cara trai a mulher dele na zona, se a moça dá o que é dela, mas daí a dizer que o problema da lei é a palavra exploração é o fim da picada!

Se eu entendo bem, e não sou nenhum asno, explorar tem o sentido de “abusar de” o que justificaria o temor da procuradora, mas também tem o sentido de “tirar proveito de”. A lei diz que é crime manter um estabelecimento em que ocorra exploração sexual. Trocando em miúdos, a lei continua dizendo que o cara não pode tirar proveito da atividade sexual. Onde é que diz que explorar deve ser entendido apenas como obrigar a mulher a dar?

Depois dizem que é na economia que ninguém entende nada...

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Rapidinha...

Enquanto eu escrevia "paulistano" algumas vezes no post anterior, quase morro de rir ao me lembrar de uma cena que vivi lá pelos idos de 1994 quando fui morar no Rio de Janeiro.

Em um dado dia da primeira semana de aula - eu iria cursar o 1° colegial - , fomos apresentados à nossa professoa de História Geral. Ela era uma historiadora relativamente bem sucedida, autora de livros e tal. Depois de dizer o próprio nome - que eu não vou contar qual é pois seria um tremendo desrespeito dada a gafe seguinte - ela começou a perguntar sobre os alunos novos no colégio, de onde vinham e tal.

Na minha vez...

Eu: Meu nome é Camila, venho de São Paulo e estudava no Colégio São Francisco Xavier, que também é Jesuíta.
Ela: De São Paulo? E você é paulista ou paulistana?
Eu: As duas coisas, professora.
Ela: Você não pode ser as duas coisas! Eu, por exemplo, sou carioca. Você é paulista ou paulistana?
Eu: Sou os dois porque nasci na cidade de São Paulo e assim sou paulistana, mas a cidade fica no estado de São Paulo e, portanto, também sou paulista. Assim como a senhora que é carioca e também fluminense.
Ela: Eu não sou fluminense, sou Flamengo!

Pronto! Não aguentei e caí na gargalhada! Ela seguiu para o estudante seguinte e nunca mais se tocou neste assunto.

Ah! E os meus colegas de escola tinham por hábito me chamar de paulista.

E o resto fica pra quando?

Foi anunciado hoje, lá na Dinamarca, que o Brasil vai sediar a Olimpíada de 2016 na cidade do Rio de Janeiro. Será aqui, em terras tupiniquins, que veremos “a grande festa do esporte” como costumam anunciar a Olimpíada na televisão. Antes disso, a terra de Pelé já havia sido anunciada como sede da Copa do Mundo de Futebol de 2014 e todas as cidades-sede foram escolhidas.

Na boa, eu amo Copa do Mundo e adoro mesmo ver os Jogos Olímpicos. Eu curto de verdade e torço muito! É bem verdade que não necessariamente nos jogos da nossa seleção no primeiro evento ou para os atletas nacionais no segundo, mas assisto tudo o que posso e gosto de coração.

Eu gosto de ver a natação, de ver brilhantes exibições de ginástica artística, de assistir às lutas de judô, a um emocionante jogo de vôlei ou uma gostosa partida de handebol. Se tem Brasil, eu torço até, mesmo sabendo que na maior parte das vezes as chances são pífias.

Eu amo o futebol bem jogado, lances bonitos, gols de impacto. Visto a camisa brasileira na Copa, vejo o jogo e, neste caso, as chances de vitória são bem maiores ainda que vez ou outra haja um tropeço.

Agora daí ao país sediar as competições vai muita distância. Estão dizendo por aí que o legado que será deixado nas cidades-sede será um grande benefício à população. É mesmo? Então me explica porque eu estou confusa.

A violência do Rio de Janeiro só cresce de acordo com as notícias divulgadas diariamente na mesma medida em que a Copa e a Olímpiada ficam cada vez mais próximos. Ninguém resolveu nada em três décadas e estão mesmo querendo me convencer que farão tudo em cinco anos? É piada, não é não?

Vou falar da minha terra porque eu conheço. Dizem que o trânsito de São Paulo é um dos problemas que a cidade tem que resolver até a Copa. Acontece que este trânsito é um caos há mais de uma década e a coisa só está piorando! O paulistano gasta, em média, duas horas e meia por dia no trânsito entre ir e vir do trabalho, sem contar o dia em que o sujeito tem algum outro compromisso que o obrigue a percorrer distâncias maiores.

Só para você que não é daqui ter uma idéia do tamanho do problema, nós temos aqui uma estação de rádio cujo objetivo é ajudar o motorista a driblar entre 150 e 200 quilômetros de congestionamento diário no horário de rush sem contar os 80 quilômetros médios durante todo o dia. Verdade! É uma parceria entre a Rádio Bandeirantes e o Seguro de Automóveis Sulamerica que criou a Rádio Sulamerica Trânsito (92,1 FM) e que é uma mão na roda para falar bem a verdade.

Daí que poder público nenhum fez coisa alguma até hoje, ficam inventando um tanto de paliativos e dizem que tudo desaparecerá como que por encanto nos próximos cinco anos? Vão fazer o quê? O rodízio da Copa? “Se a placa do seu carro for final 0,1,2,3 e 4 você não pode rodar entre 05:00 de sábado até às 02:00 de quarta-feira e se o seu carro for final 5,6,7,8 e 9 você não anda entre 05:00 de quarta-feira até às 02:00 de sábado” Sim porque a gente já tem o Rodízio do Horário de Pico, a restrição de circulação de ônibus fretado, linhas de trem e metrô que não atingem a cidade toda e mesmo assim ficam abarrotados no horário de rush. Temos corredores para ônibus que começam no meio do caminho e terminam no meio do caminho, outros que partem ou chegam de um terminal e terminais que não se ligam a corredores de ônibus. Os ônibus cospem gente pra fora no horário de pico e os pontos ficam lotados. Tudo isso some em cinco anos?

Não! Já sei! Vão fazer o sorteio da explosão! Dos seis milhões de carros da frota paulistana, vão sortear a metade para enfiar dentro do Morumbi e explodir tudo para liberar o terreno e poder reconstruir o estádio de acordo com as especificações da FIFA. Então vão botar mais uns três milhões de ônibus nas ruas com a passagem a R$ 10,00 – sim porque atualmente a viagem já custa R$ 2,30 e é um suplício para quem utiliza a coisa e no final alguém vai ter que pagar a conta! – e então vão rezar muito para todo mundo chegar aonde quer ir.

Na última Copa do Mundo de Futebol, recebemos uma dispensa do trabalho para ver o jogo que seria às 16:00 horas na TV. Eu saí do banco às 13:15 horas e só fui chegar em casa às 16:30 horas! TRÊS HORAS E QUINZE MINUTOS no congestionamento para percorrer DEZOITO QUILÔMETROS E MEIO!!! E isso porque a Copa nem era aqui! Imaginou quando for?

Sejamos realistas, pelo amor de Deus! Vão gastar imensas fortunas de dinheiro que é público – portanto meu e seu – para construir estádios, criar paliativos de transporte, ampliar a rede de hotéis e mais um tanto de coisas que a FIFA e o COI exigem e nós que pagamos a conta! E vai sobrar o quê?

Este país sofre com educação pública de péssima qualidade, saúde pública que mata na fila um tanto de brasileiros todos os dias, uma cambada de políticos corruptos que não resolvem os problemas e ainda acham de embolsar um tanto e a gente ainda acha lindo eles terem mais uma desculpa para usar o nosso dinheiro?

Enquanto estou aqui escrevendo, o rádio noticia que neste momento o índice de congestionamento oficial monitorado pela CET é de mais de 110 quilômetros. E aí, Kassab, Serra e Lula? Os carros vão sumir a que horas? E a educação e a saúde vocês vão arrumar antes ou depois de ajeitarem o Morumbi para a Copa?

Puta monte de demagogos: vão todos tomar no olho do cú!

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Como me livrar dos pernilongos?

Eu li o post da Dani do Fatalidades & Futilidades sobre o ataque de insetos na casa dela e me lembrei que por pouco não deu nada maior aqui em casa com estas formiguinhas do inferno. E agora estou enlouquecendo com os pernilongos...

Logo que mudei para este apartamento apareceu na cozinha um caminho dessas mini-formigas que passava por cima da bancada e que já estava me deixando louca. Uns quarenta dias mais tarde o edifício contratou uma empresa para dedetizar o prédio e que oferecia estender o serviço nas unidades com um desconto muito bom já que iam trabalhar no prédio mesmo.

O desconto foi apenas um bônus porque se haveria a dedetização do prédio, na minha casa certamente também haveria. Com formiga ou sem formiga eu teria contratado o serviço de qualquer jeito! É simples: os bichos (formigas, cupins, baratas e – por que não dizer? – os ratos) precisam ir para algum lugar depois de serem expulsos de suas antigas casas, não é mesmo? Já imaginou a alegria se a minha for a nova casa mais próxima para eles? É por isso que é sempre bom fazer o serviço de dedetização em casa quando o prédio fizer e eu faço! Enfim, contratei o serviço e as lindas formiguinhas desapareceram como que por encanto!

Seis meses depois apareceu no meu banheiro uma barata tamanho família! Graças a Deus que quem deu de cara com ela foi o Rô. No dia seguinte eu liguei enlouquecida para a empresa de dedetização. Se eles garantiam o serviço por um ano, como é que aquele bicho foi aparecer? Acertei os detalhes e eles vieram uns dias depois e reaplicaram o produto na casa toda.

Algumas semanas mais tarde eu estava lendo uma reportagem na Revista da Folha sobre insetos que são criados para cenografia. Lá pelo meio da matéria a criadora comentou que quem faz dedetização regularmente não deve usar produtos de limpeza a base de pinho pois eles reduzem ou anulam o efeito do veneno. Até aí, a empresa tinha me dito para eu não usar por 15 dias, mas não falou sobre o nunca mais. E é claro que eles não fariam isso ou eu nunca mais precisaria chamá-los, né? Imediatamente substituí o Pinho Sol por um Harpic sem pinho e nunca mais apareceu nada aqui!

Agora o Rô inventou que nós mesmos fizéssemos o reforço da dedetização – o prédio não está com previsão para fazer – com um gel específico para formigas e outro para baratas. Vamos experimentar e depois eu conto se funciona.

Ultimamente a infestação é de pernilongos superdesenvolvidos e eu estou querendo fazer a dedetização profissional da casa de novo. O objetivo é acabar com os insetos voadores porque o gel que usamos só serve para os rasteiros, mas está caro. O SBP aerossol não está dando conta e nós temos usado o de tomada que minimizou o problema, mas alguém aí tem outra dica faça-você-mesmo para tais bichos voadores? Com chegada do calor, eu tenho medo da coisa piorar...

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Ficou para titia? Comemore!

Não é de hoje que todo mundo sabe que não é vergonha ser solteirona na sociedade moderna. Aliás, foi por um mero acaso do destino que eu casei. Ninguém acreditava que eu me casaria um dia. Nem mesmo eu!

Eu saía muito pouco e passava a maior parte do tempo trabalhando. A probabilidade de encontrar alguém era tão pequena que só mesmo por força do destino foi que o amor apareceu na minha vida lá no meu trabalho. Daí que eu gostei, apaixonei, namorei e casei!

Acontece que, diferentemente do que acontecia no tempo da minha avó – que inclusive por muito pouco também não virou solteirona já que casou somente aos trinta e seis quando a onda era casar com dezoito! – hoje em dia o assunto é tratado com um pouco mais de naturalidade e a fulana não é mais apontada na rua. É claro que ainda deve rolar um preconceito, mas pelo menos se assume hoje que a opção pela carreira pode ser mesmo uma opção da mulher e não falta de opção para marido.

E mais do que não ser vergonhoso não casar, ser solteira é motivo de comemoração. Sim porque, de acordo com a reportagem publicada no Terra, hoje é o Dia da Tia Solteira. Verdade! Além do Dia das Mães, do Dia dos Pais, do Dia da Madrasta – que para quem não sabe é comemorado no segundo domingo de setembro e não tem nenhum status – agora as solteiras também têm o seu dia!

Inclusive não se preocupe se você é parte da estatística das não casadas porque você não está só. Aliás, está muitíssimo bem acompanhada! Além de você, a listinha de solteiras é engordada por nomes como Sienna Miller e Jennifer Aniston.

Não é um luxo?

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Ganhei outro!

Foto: Autor desconhecido
Estou tão honrada! Ganhei outro selinho!!!
Quem me presenteou foi a fofíssima da Fátima do Blog da Fátima!

Eis as regras:
1 - Exiba a imagem do selo, que acabou de ganhar.
2 - Poste o link do blog que te indicou.
3 - Indique 10 blogs de sua preferência.
4 - Publique as regras.
5 - Confira se os blogs indicados repassaram o selo e as regras.

E continuo com o problema de que 10 blogs é coisa demais! Dessa vez vão sete, o.k.?

Eu queria ser Amélia
Contatos Imediatos
Fatalidades & Futilidades
Nossa vida em Basel
Nem Freud explica 2.6
Como matar a sua ex-mulher
Não gostou?! Me processa!

O mundo está em nossas mãos!

Foto: Autor desconhecido
Quando eu resolvi ter um blog, foi por mim. Não pensava em ser lida e para ser sincera às vezes rezo para não ser encontrada por alguns. Não queria atenção e nunca fez parte – nem dos meus sonhos mais remotos! – que este blog tivesse qualquer popularidade.

Escrevia – e ainda escrevo – porque penso que todo mundo acha alguma coisa sobre qualquer assunto. Queria falar de mim, das minhas impressões e opiniões. Penso que se a minha opinião interessa a alguém, pode entrar e ficar à vontade. Venha, leia, comente - contanto que me respeite e não me ofenda gratuitamente.

O que eu não esperava é que alguém fosse roubar de mim as minhas idéias e professá-las como sendo dele. Nem de longe pensei que ter um blog me tornaria vítima de um crime como o plágio. Eu sou honesta, sou sincera e digna. Não sou santa, mas não faço mal a ninguém só para bancar a esperta.

Continuo a escrever para mim, mas se os poucos que me lêem são blogueiros, gostaria de pedir-lhes para também aderirem à campanha contra o plágio nos blogs.

Vamos denunciar o plágio. Não necessariamente esse que aconteceu comigo, mas fazer a denúncia de forma geral. Se alguém foi plagiado, denuncie. Diga por quem e onde. Denuncie ao administrador. Denuncie aos amigos. Vamos botar a boca no trombone!

Se mais alguém passou – ou passa – por isso, pode avisar aqui que eu faço a denúncia também. Se cada um que lê falar disso, em pouco tempo seremos muitos. Em algum momento alguém que tem poder para fazer alguma coisa vai ler.

Se não quiser escrever nada, apenas copie a imagem (eu não sei de quem é para poder oferecer os créditos) e coloque no seu blog também. Não quero nenhuma propaganda pró-popularidade para o Criticar. Sou feliz com o que tenho. De verdade! Apenas acredito que uma das grandes vantagens desta globalização digital é que a gente pode cruzar os sete mares ao alcance de um clique, então vamos fazer a nossa parte para não deixar que aproveitadores façam plágio com ninguém!