Foto: Autor desconhecido
As coisas não estão caminhando assim tão bem pra mim há cerca de um ano. Houve muitos momentos excelentes e maravilhosos, mas de modo geral tudo vai indo aos tropeços. A sorte resolveu dar um tempinho e, como diria minha amiga Olly, “se eu comprar um circo o anão cresce!”.
As pessoas são muito egoístas e não se importam com mais nada e mais ninguém exceto o próprio umbigo. E além de só preocuparem-se consigo mesmas, elas ainda fazem coisas somente no intuito de prejudicar ao próximo.
Estou passando por situações claras de que essa é a realidade atual. Quer ver só?
Em dezembro de 2006 um sujeito resolveu desistir de seguir em frente na rua e avançou para cima do meu carro com a marcha ré. Os danos foram de mínimas proporções, mas o carro era novinho e estava na garantia. Apesar de pequenos os problemas eu tinha que mandar consertar o carro na concessionária para não perder a garantia. Conversei com o infeliz e ele arrumou "zilhões" de desculpas recusando-se a pagar pelo conserto. Efetuei o conserto por conta própria e depois busquei pelos meus direitos. Procurei uma advogada que é minha amiga há 22 anos e movi um processo contra ele. Afinal, foi ele que bateu na frente do meu carro, não fui eu que bati na traseira dele!
Eis então que a minha chefe na época achou lindo pensar que era minha mãe. Passou a regular, não só o meu trabalho – que este sim constituía o trabalho dela – mas também a minha vida. Adorava controlar minhas idas ao toilette, queria saber quanta água eu bebia e quantos cigarros eu fumava. Depois passou também a querer saber a que horas eu acordava para chegar ao trabalho, aonde eu ia quando saía do trabalho e a determinar a que horas eu almoçaria e com quem eu o faria. Surtei! Como a corda arrebenta sempre do lado mais fraco, depois de quatro meses ela resolveu me demitir.
Outros quatro meses se passaram e em junho de 2007, quando faltavam duas semanas para o meu casamento, o noivo resolveu bater o carro e quebrar a mão esquerda. Eu tinha o carro segurado. Acionei a companhia, paguei a franquia, indiquei o terceiro. Tudo direitinho. Meu marido – noivo até então – deixou nossos telefones com o terceiro, mas a pessoa nunca ligou para nós.
Até aí ele deveria casar-se engessado e em meio a tudo isso, como eu já contei aqui em outro post, meu enteado dava um trabalhão todas as vezes que vinha nos visitar. Quase enfartei.
As coisas não estão caminhando assim tão bem pra mim há cerca de um ano. Houve muitos momentos excelentes e maravilhosos, mas de modo geral tudo vai indo aos tropeços. A sorte resolveu dar um tempinho e, como diria minha amiga Olly, “se eu comprar um circo o anão cresce!”.As pessoas são muito egoístas e não se importam com mais nada e mais ninguém exceto o próprio umbigo. E além de só preocuparem-se consigo mesmas, elas ainda fazem coisas somente no intuito de prejudicar ao próximo.
Estou passando por situações claras de que essa é a realidade atual. Quer ver só?
Em dezembro de 2006 um sujeito resolveu desistir de seguir em frente na rua e avançou para cima do meu carro com a marcha ré. Os danos foram de mínimas proporções, mas o carro era novinho e estava na garantia. Apesar de pequenos os problemas eu tinha que mandar consertar o carro na concessionária para não perder a garantia. Conversei com o infeliz e ele arrumou "zilhões" de desculpas recusando-se a pagar pelo conserto. Efetuei o conserto por conta própria e depois busquei pelos meus direitos. Procurei uma advogada que é minha amiga há 22 anos e movi um processo contra ele. Afinal, foi ele que bateu na frente do meu carro, não fui eu que bati na traseira dele!
Eis então que a minha chefe na época achou lindo pensar que era minha mãe. Passou a regular, não só o meu trabalho – que este sim constituía o trabalho dela – mas também a minha vida. Adorava controlar minhas idas ao toilette, queria saber quanta água eu bebia e quantos cigarros eu fumava. Depois passou também a querer saber a que horas eu acordava para chegar ao trabalho, aonde eu ia quando saía do trabalho e a determinar a que horas eu almoçaria e com quem eu o faria. Surtei! Como a corda arrebenta sempre do lado mais fraco, depois de quatro meses ela resolveu me demitir.
Outros quatro meses se passaram e em junho de 2007, quando faltavam duas semanas para o meu casamento, o noivo resolveu bater o carro e quebrar a mão esquerda. Eu tinha o carro segurado. Acionei a companhia, paguei a franquia, indiquei o terceiro. Tudo direitinho. Meu marido – noivo até então – deixou nossos telefones com o terceiro, mas a pessoa nunca ligou para nós.
Até aí ele deveria casar-se engessado e em meio a tudo isso, como eu já contei aqui em outro post, meu enteado dava um trabalhão todas as vezes que vinha nos visitar. Quase enfartei.
Meu marido conseguiu tirar o gesso para a cerimônia, nos casamos, mas obviamente a aliança não entrou na mão dele que, no dia, assemelhava-se a uma pata de elefante. Viajamos em lua de mel e na volta retomei ferozmente a busca por um trabalho.
Eu já estava à beira da insanidade e daí as coisas resolvem complicar ainda mais...
Meu marido trabalhava com um projeto de tecnologia com prazo para acabar e então, como o dead line estava próximo, ele conseguiu outro trabalho, mas tinha um probleminha. Devido ao roubo de dois cheques dele um ano antes, havia uma inclusão do CPF dele nos sistemas de proteção ao crédito e para ele poder entrar no trabalho novo não podia ter “o nome sujo”. Nesta época já estava acontecendo um processo judicial para a solução do caso e aquela minha amiga, que me conhece há 21 anos, também era a advogada dele neste processo.
Em síntese: já estava bastante difícil me recolocar no mercado e então meu marido quase perde o emprego também. Enfim a tal advogada resolveu o problema dele depois de três meses do início da novela e então ele pode começar no emprego novo.
No meio desta batalha, houve uma audiência de conciliação no fórum referente àquele acidente em que o moço deu ré no meu carro e a minha advogada não apareceu. Nessa altura ela já tinha contado toda a sorte de mentiras que se pode supor e eu estava com tudo entalado na garganta.
No meio do mês de março passado, recebo uma citação referente ao acidente de 2007. O terceiro, que jamais tentou qualquer contato conosco, estava nos processando por reparação de danos alegando que nós nos recusamos a pagar pelo conserto extrajudicialmente. Dá para acreditar? Obviamente, depois do que se passara com a advogada, troquei de amigo e pedi a outra pessoa que nos representasse neste caso.
De qualquer forma, a antiga advogada – e agora quase ex-amiga – ainda tinha dois processos com ela, certo? Pois bem, hoje eu estive no fórum de Itapecerica da Serra para o julgamento daquele processo do acidente de 2006. Adivinhem? A minha advogada não foi de novo! Ela se esqueceu da audiência. O caso terminou em acordo, mas eu garanto que nem ela será minha advogada de novo e nem o rapaz vai fazer palhaçada com ninguém novamente.
E por que eu estou contando isso tudo? Porque eu sou muito honesta. Sempre me esmero em fazer as coisas direito. Bem feitas. Dentro da lei. Pago caro pelo seguro do carro, pago todos os meus impostos – mesmo que sejam altos – , pago as minhas contas corretamente. Por que as pessoas que não são assim são mais bem sucedidas? Minha mãe costuma dizer que sou ingênua. Talvez eu seja mesmo, pois eu acredito em um mundo melhor. Acredito que se todos fizerem a sua parte a humanidade tem futuro. Sabe aquela musiquinha: “Faça parte. Faça a sua parte, E dê a melhor parte de você.”, então eu faço o melhor que posso. Sei que sou um grão de areia na praia, mas todos podiam fazer também e as coisas progrediriam. Ou não? Certas vezes me pego pensando que deveria fazer como todo mundo, depois me lembro que meus pais me ensinaram quando eu era criança que não devemos fazer para ninguém o que não queremos que os outros façam para nós. Então, vou continuar honesta, sincera e ingênua acreditando que um dia as pessoas poderão ver as coisas por outro ângulo: o do outro!
Até a próxima!
Eu já estava à beira da insanidade e daí as coisas resolvem complicar ainda mais...
Meu marido trabalhava com um projeto de tecnologia com prazo para acabar e então, como o dead line estava próximo, ele conseguiu outro trabalho, mas tinha um probleminha. Devido ao roubo de dois cheques dele um ano antes, havia uma inclusão do CPF dele nos sistemas de proteção ao crédito e para ele poder entrar no trabalho novo não podia ter “o nome sujo”. Nesta época já estava acontecendo um processo judicial para a solução do caso e aquela minha amiga, que me conhece há 21 anos, também era a advogada dele neste processo.
Em síntese: já estava bastante difícil me recolocar no mercado e então meu marido quase perde o emprego também. Enfim a tal advogada resolveu o problema dele depois de três meses do início da novela e então ele pode começar no emprego novo.
No meio desta batalha, houve uma audiência de conciliação no fórum referente àquele acidente em que o moço deu ré no meu carro e a minha advogada não apareceu. Nessa altura ela já tinha contado toda a sorte de mentiras que se pode supor e eu estava com tudo entalado na garganta.
No meio do mês de março passado, recebo uma citação referente ao acidente de 2007. O terceiro, que jamais tentou qualquer contato conosco, estava nos processando por reparação de danos alegando que nós nos recusamos a pagar pelo conserto extrajudicialmente. Dá para acreditar? Obviamente, depois do que se passara com a advogada, troquei de amigo e pedi a outra pessoa que nos representasse neste caso.
De qualquer forma, a antiga advogada – e agora quase ex-amiga – ainda tinha dois processos com ela, certo? Pois bem, hoje eu estive no fórum de Itapecerica da Serra para o julgamento daquele processo do acidente de 2006. Adivinhem? A minha advogada não foi de novo! Ela se esqueceu da audiência. O caso terminou em acordo, mas eu garanto que nem ela será minha advogada de novo e nem o rapaz vai fazer palhaçada com ninguém novamente.
E por que eu estou contando isso tudo? Porque eu sou muito honesta. Sempre me esmero em fazer as coisas direito. Bem feitas. Dentro da lei. Pago caro pelo seguro do carro, pago todos os meus impostos – mesmo que sejam altos – , pago as minhas contas corretamente. Por que as pessoas que não são assim são mais bem sucedidas? Minha mãe costuma dizer que sou ingênua. Talvez eu seja mesmo, pois eu acredito em um mundo melhor. Acredito que se todos fizerem a sua parte a humanidade tem futuro. Sabe aquela musiquinha: “Faça parte. Faça a sua parte, E dê a melhor parte de você.”, então eu faço o melhor que posso. Sei que sou um grão de areia na praia, mas todos podiam fazer também e as coisas progrediriam. Ou não? Certas vezes me pego pensando que deveria fazer como todo mundo, depois me lembro que meus pais me ensinaram quando eu era criança que não devemos fazer para ninguém o que não queremos que os outros façam para nós. Então, vou continuar honesta, sincera e ingênua acreditando que um dia as pessoas poderão ver as coisas por outro ângulo: o do outro!
Até a próxima!


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