Normalmente eu não faço isso, mas vou abrir uma exceção por hoje.
Daí que hoje eu fui fazer as minhas leituras diárias. Entre elas me deparei com a postagem da Elisa – Tô de mal com a humanidade até segunda ordem – no Ela fala e sai andando. Como eu não concordei muito com ela, vim dar a minha opinião aqui – que é o meu lugar – ao invés de fazer quaisquer críticas nada construtivas no blog do alheio, afinal, gosto é gosto e fim de assunto!
Antes de mais nada, vamos esclarecer que esta postagem não é – nem de longe! – nenhuma apologia ao massacre de animais e eu também não estou a fim de nenhuma campanha contra o vegetarianismo. Cada um decide quais são e quais não são suas ideologias de vida.
Primeiro vou declarar que sou totalmente a favor da natureza! Sendo assim, eu respeito – entre outras coisas – a natureza humana. Além de outras qualidades evolutivas adquiridas, o organismo humano é preparado para ser onívoro. Deste modo, o corpo requer nutrientes de muitos grupos de alimentos entre os quais está a carne.
Eu como carne, meus entes queridos comem carne e meus antepassados comiam carne. Também como cenoura, abobrinha, chuchu, alface e outros alimentos. Não estou aqui criticando quem não come outros animais, mas apenas justificando que há razões para comê-los.
Com a evolução da humanidade, eu não preciso caçar para comer. Graças a Deus! Os animais são criados em cativeiro para o consumo humano e a sua carne é vendida em muitos comércios pelo mundo afora.
Eu sou muito fresca para comida e – invariavelmente! – como apenas gado, aves e porcos. Não gosto de carnes exóticas, mas há muitos que sim. E daí? Se os bichos são criados para este objetivo, não há mal nenhum nisso. Se o sujeito que gosta de comer cabrito, coelho, pomba, javali, cobra ou grilo, isso é problema dele! Quando o bicho é criado para isso e a carne é comprada legitimamente não há crime e pronto!
E se a carne pode ser comprada e consumida, o que acontece com o resto? Sim, porque eu não compro o boi inteiro. Consumo apenas algumas partes. Inclusive a sua pele! Claro, porque eu uso bolsa de couro e sapato de couro. Se eu posso comer a vaca e vestir a pele da vaca, por que o camarada que come coelho não pode se vestir com a pele do coelho?
Uma passadinha rápida no Google com a referência “comprar carne de coelho” traz, nada menos, que 67.200 resultados! Com uma visitinha no setor de carnes do Pão de Açúcar Delivery dá para comprar um coelho inteiro, limpo e congelado. Então vem a pergunta de novo: e o resto do coelho? E daí se a pele do bicho que alguém vai comer virou o casaco Armani que a Suri usa? Se não virar um casaco, vai para o lixo porque o coelho já está morto e vai parar na mesa de alguém!
Não estou aqui dizendo que acho o máximo usar um casaco de peles natural. Nem sei se eu usaria, mas – definitivamente! – não condeno quem o faça. Além do mais, eu duvido muito que Giorgio Armani ia atrelar seu nome ao tráfico de animais silvestres.
Sou contra o radicalismo. Eu acredito em bom senso. Sempre!
Daí que hoje eu fui fazer as minhas leituras diárias. Entre elas me deparei com a postagem da Elisa – Tô de mal com a humanidade até segunda ordem – no Ela fala e sai andando. Como eu não concordei muito com ela, vim dar a minha opinião aqui – que é o meu lugar – ao invés de fazer quaisquer críticas nada construtivas no blog do alheio, afinal, gosto é gosto e fim de assunto!
Antes de mais nada, vamos esclarecer que esta postagem não é – nem de longe! – nenhuma apologia ao massacre de animais e eu também não estou a fim de nenhuma campanha contra o vegetarianismo. Cada um decide quais são e quais não são suas ideologias de vida.
Primeiro vou declarar que sou totalmente a favor da natureza! Sendo assim, eu respeito – entre outras coisas – a natureza humana. Além de outras qualidades evolutivas adquiridas, o organismo humano é preparado para ser onívoro. Deste modo, o corpo requer nutrientes de muitos grupos de alimentos entre os quais está a carne.
Eu como carne, meus entes queridos comem carne e meus antepassados comiam carne. Também como cenoura, abobrinha, chuchu, alface e outros alimentos. Não estou aqui criticando quem não come outros animais, mas apenas justificando que há razões para comê-los.
Com a evolução da humanidade, eu não preciso caçar para comer. Graças a Deus! Os animais são criados em cativeiro para o consumo humano e a sua carne é vendida em muitos comércios pelo mundo afora.
Eu sou muito fresca para comida e – invariavelmente! – como apenas gado, aves e porcos. Não gosto de carnes exóticas, mas há muitos que sim. E daí? Se os bichos são criados para este objetivo, não há mal nenhum nisso. Se o sujeito que gosta de comer cabrito, coelho, pomba, javali, cobra ou grilo, isso é problema dele! Quando o bicho é criado para isso e a carne é comprada legitimamente não há crime e pronto!
E se a carne pode ser comprada e consumida, o que acontece com o resto? Sim, porque eu não compro o boi inteiro. Consumo apenas algumas partes. Inclusive a sua pele! Claro, porque eu uso bolsa de couro e sapato de couro. Se eu posso comer a vaca e vestir a pele da vaca, por que o camarada que come coelho não pode se vestir com a pele do coelho?
Uma passadinha rápida no Google com a referência “comprar carne de coelho” traz, nada menos, que 67.200 resultados! Com uma visitinha no setor de carnes do Pão de Açúcar Delivery dá para comprar um coelho inteiro, limpo e congelado. Então vem a pergunta de novo: e o resto do coelho? E daí se a pele do bicho que alguém vai comer virou o casaco Armani que a Suri usa? Se não virar um casaco, vai para o lixo porque o coelho já está morto e vai parar na mesa de alguém!
Não estou aqui dizendo que acho o máximo usar um casaco de peles natural. Nem sei se eu usaria, mas – definitivamente! – não condeno quem o faça. Além do mais, eu duvido muito que Giorgio Armani ia atrelar seu nome ao tráfico de animais silvestres.
Sou contra o radicalismo. Eu acredito em bom senso. Sempre!


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